Página inicial > Apresentação do Projefin de Longo Prazo


Apresentação do Projefin de Longo Prazo

Download da apresentação do Programa Projefin de Longo Prazo

Costumamos afirmar nas apresentações e introduções de nossos trabalhos que os benefícios advindos da introdução de sistemas microinformatizados, no âmbito das técnicas de análise e avaliação financeira de projetos econômicos de investimento, comumente conhecidas como Análise Financeira de Projetos, são incontáveis; desta forma, os profissionais das áreas de Análise de Projetos de Bancos de Fomento e Investimento, Mercado de Capitais, Análise de Crédito e Financiamento Bancário, Controladoria de Empresas, Consultoria de Empresas e outras afins já não podem prescindir dos mesmos.

Começamos a desenvolver aplicativos de análise financeira em 1988. Aos poucos, fomos adaptando nossas ferramentas de trabalho às necessidades operacionais do dia-a-dia, como também, ao aumento dos recursos oferecidos, lentamente, pelos softwares e hardwares utilizados nessa época. Naquela ocasião, 1988 a 2000, a concepção e desenvolvimento desses aplicativos ficava muito limitada à capacidade dos processadores de cálculo, memórias RAM’s e capacidade de armazenamento de dados e arquivos (HD’s) dos PC’s disponíveis. Desta maneira, naquela época, fizemos aquilo que nos foi possível fazer.

As permanentes atualizações desses aplicativos, com a correção natural de conceitos equivocados, aliadas aos sucessivos aumentos de qualidade dos hardwares e softwares utilizados como plataformas, resultaram na agregação de recursos operacionais mais eficazes e elementos conceituais novos, gerando com isso relatórios mais precisos, funcionais e didáticos. Estas melhorias nos Sistemas, muitas das vezes foram oriundas de sugestões, críticas e auxílios feitos por colegas e/ou chefes funcionais da instituição em que trabalhávamos, tais como: João Gualberto Coutinho Rocha (engenheiro), Geraldo Valente (engenheiro), Angélica Ferreira da Cunha (contadora), Marcio Zeraik de Souza (economista), Paulo Breda de Paula (contador), Ana Maria da Silva Glória (analista de sistemas), Hélio Cabral (engenheiro), Antonio Carlos de Vasconcelos Valença (engenheiro), Marcos Montagna (administrador), André Biazus (administrador), Antônio Carlos Pastori (contador), Joelson Fagundes (contador), Ricardo Berer (engenheiro), José Ricardo Martins Vieira, dentre outros e, ainda, o contador Luiz Antonio da Costa Rodrigues (sendo que este técnico o primeiro a sugerir que deveríamos mudar a concepção de nossos sistemas para esta que estamos utilizando atualmente).

Há a ressaltar, todavia, a preciosa ajuda recebida de colegas e amigos de fora do sistema BNDES, advinda sobretudo de analistas de projetos do sistema de fomento nacional (muitos dos quais vinculados à ABDE e à extinta ABRAPO – Associação Brasileira de Profissionais de Projetos – onde éramos Coordenadores de Treinamento e Capacitação), professores e/ou ex-alunos, que muito nos ajudaram nas críticas que eram instados a fazer – por serem técnicos experientes do sistema de fomento do país –, e pelos elementos que graciosamente agregaram e enriqueceram o sistema Projefin, donde podemos citar o engenheiro econômico Alberto Ferreira Puty, técnico/aposentado do BASA, em Belém do Pará, que agregou ao sistema Projefin Normal, de 12 anos de horizonte, nada menos que o moderno subsistema de “depreciação móvel” do ativo Imobilizado.

O recurso acima comentado foi um dos dois elementos que, concretamente, nos permitiu desenvolver o Projefin de Longo Prazo sem maiores problemas, visto que o segredo para o desenvolvimento de sistemas contábeis prospectivos reside, sobretudo, na posse de dois subsistemas complementares, a saber: a) Financiamentos – subsistema completamente automatizado, feito pelo sócio e parceiro Luiz Alfredo Café/ BNDES e b) Depreciação – subsistema automatizado iniciado também pelo analista de sistemas e contador Luiz Café, e, posteriormente, aprimorado pelo amigo engenheiro-econômico Alberto Ferreira Puty.

A incorporação de Bancos de Dados integrados aos diversos aplicativos utilizados por nós nessa época representou um salto de qualidade de expressão imensurável na atividade do analista financeiro de projetos - vis-a-vis a que estávamos acostumados. Com a evolução da microinformática, tínhamos de contar com produtos ou ferramentas de trabalho que trouxessem em seu bojo os novos, modernos e poderosos recursos e atributos que o elemento Banco de Dados representava no desenvolvimento de programas microinformatizados de análises e projeções financeiras, sob o ponto de vista dos técnicos destinatários destas ferramentas de trabalho. Desta maneira, ou seja, para incorporarmos as vantagens de termos agregado aos diversos sistemas um Banco de Dados interativo, vimo-nos instados a desenvolver um conjunto de produtos novos, com concepção, em nível de informática, completamente diferenciada daquela a que estávamos acostumados. Foi quando, finalmente, atendemos à sugestão do colega Luiz Antonio Rodrigues de operar com sistemas acoplados a Banco Cadastros que acolhiam até 256 cenários em um único arquivo.

As memórias de cálculo de nossos programas, portanto, não mais poderiam ser feitas numa única planilha. O que precisávamos, efetivamente, era de um motivo forte para alterar programas de tal magnitude, e este fator motivador ocorreu com a chegada do Banco de Dados – recurso novo do Visual Basic, ou seja, a partir da necessidade de se implantar este benefício, a mudança teve de ser feita. Agora, as memórias de cálculo dos sistemas passaram a interagir através da concatenação de células presentes em diversas planilhas simultâneas (também chamadas de pastas, orelhas, subplanilhas etc.), em apenas um único arquivo, sendo que este arquivo, representando o sistema propriamente dito, poderia ser salvo e renomeado quantas e tantas vezes se fizesse necessário.

A atividade de análise de projetos no Brasil, no nosso entendimento e de forma resumida, está compartimentada em quatro grandes fases. A primeira se deu com a implantação da indústria de base a partir da criação do BNDES, onde o país procurou dar ênfase à exploração de nossos recursos naturais – inexploráveis desde a época do império – e à instalação das nossas primeiras siderúrgicas de aços planos, o que se estendeu até o final dos anos 60. A segunda aconteceu por iniciativa unilateral dos Governos militares com a decisão de se implementar um vigoroso programa de substituição das importações (indústrias de componentes, bens de capital, insumos básicos, matérias-primas, fertilizantes, refinarias de petróleo, pólos industriais de matérias-primas, produtos derivados da indústria petroquímica etc.) que sangravam as divisas nacionais e nos mantinham dependentes de tecnologia externa. Com esta decisão o país virou um grande canteiro de obras. Eram projetos industriais de todos os tamanhos, inclusive com a participação dos agentes de fomento estaduais, agindo em conjunto com os bancos e agências de desenvolvimento regionais (BASA, BNB, BRDE, Sudam, Sudene, Suframa e, ainda, com a participação das CDI’s Estaduais - Companhias de Desenvolvimento de Distritos Industriais). No curso deste processo há a destacar que houve grande injeção de recursos financeiros da União no capital social de diversas empresas beneficiárias dos projetos econômicos implementados, bem como também em investimentos de ativos de infra-estrutura de energia tipo hidrelétricas, termelétricas, hidrovias, gasodutos e, ainda, outros indispensáveis ao sistema de armazenamento, escoamento e movimentação da produção.

A terceira fase, completamente diferenciada das demais, iniciou-se com o Governo Collor, a partir da primeira privatização de uma empresa estatal, quando então veio a constatação para os governantes de que o Estado tinha crescido demais. Alguns economistas inclusive entendiam que o parque industrial nacional – siderúrgico, metalúrgico, bens de capital, químico, petroquímico, etc., por encontrar-se instalado, já não precisava da presença intensiva do Estado atuando em atividades próprias da economia privada, até porque, este, sempre foi incompetente para isto. Desconfiavam alguns economistas do próprio Governo que um dos principais motivos para que a inflação que acometia o país já por muitos anos, permanecesse renitente e incontrolável tinha como causa principal a formação de preços da indústria estatal de insumos básicos que se encontrava na base da cadeia produtiva.

Os analistas econômicos de algumas escolas de pensamento afirmavam nos jornais que o país era detentor de um excelente e moderno parque industrial, mas destituído de competitividade porquanto mal administrado. Ali, repetiam os analistas, grassava a incompetência, representando no mais das vezes cabides de emprego para políticos não agraciados com reeleição. Ademais, por conta de uma figura de nome contingenciamento (para proteção da indústria nacional) não se permitia a concorrência de produtos estrangeiros. Desta maneira perdeu-se por completo a noção de preços relativos. Era comum para o tesouro da União, aportar sucessivos recursos financeiros, com vista a suprir o caixa deficitário de muitas dessas estatais. Algumas delas ficavam sem capacidade de investimento e promoviam sucateamento predatório dos seus ativos.

Depois de sucessivos planos econômicos sem que nenhum deles conseguisse desmontar a pesada e ineficiente estrutura das empresas estatais implantou-se, finalmente, o último deles, o Plano Real, que, desta vez, veio acoplado a um amplo plano de desimobilização estatal, sobretudo das empresas vinculadas a produção de insumos básicos. No programa de privatização foram utilizados conceitos de análise de projetos de investimento, haja vista que muitos dos empreendimentos privatizados, além de necessitarem passar pelo imprescindível processo de saneamento financeiro, careciam também de investimentos fixos e de capital de giro adicionais para recompor a sua capacidade instalada original, fases estas reservadas ao BNDES, órgão executor da privatização governamental das empresas estatais deficitárias.

Atualmente, no nosso entendimento, estamos atravessando a última e 4ª fase da atividade de Análise de Projetos de que temos conhecimento. Ocorre que depois da constituição de 1988 o Estado perdeu completamente a sua capacidade financeira de investimento nos setores de infra-estrutura e logística. Isto é uma constatação. O país está a carecer de investimentos de toda ordem: modernização de portos, aeroportos, hidrovias, terminais portuários e aeroportuários, ferrovias, estradas (convencionais e vicinais), hidrelétricas, navegação de cabotagem, longo curso e fluviais, eclusas, saneamento básico e em muitos outros itens de investimento próprios do Estado. Assim, na impossibilidade de fazê-lo, a iniciativa privada está sendo estimulada a participar no processo de suprimento de tais insuficiências. Agências Reguladoras Federais foram criadas com o objetivo de estabelecer regras de monitoramento e regulação de procedimentos de uso de bens públicos (com vistas a não se quebrar contratos entre o público e o privado como aconteceu recentemente na Bolívia), via concessão para a iniciativa privada, de conformidade a Lei Geral de Outorgas, em vigor.

Novamente, existe a possibilidade real de o país virar um canteiro de obras por toda a parte, tal o volume de itens de investimentos de infra-estrutura e logística inadiáveis que estão a impedir o seu desenvolvimento econômico natural: estradas federais completamente degradadas, investimentos em hidrelétricas, portos ineficientes a requerem modernização e investimentos fixos adicionais, aeroportos carecendo de inversões em modernos equipamentos de operação/ segurança aeroviária além de pistas seguras que evitem acidentes como os acontecidos nos últimos dois anos, ferrovias e hidrovias carecendo de reativação e ampliação com vistas a se desafogar o trânsito pesado de cargas nas estradas, etc. Podemos afirmar, sem o risco de estarmos cometendo exageros de quaisquer ordens que: “em matéria de infra-estrutura e logística o país está com tudo por fazer”. Temos muito trabalho pela frente a carecer de decisão política (o que nos parece que já ocorreu) e celeridade nos procedimentos de análise – sejam estes de natureza regulatória, ambiental e/ ou econômico-financeira, etc..

Estamos certos de que sem um programa firme de investimentos em infra-estrutura por parte do Governo, como um todo, tudo o mais passa a ser secundário para o desenvolvimento econõmico, pois a iniciativa privada simplesmente não investe.

Aos analistas financeiros que estão debutando na apreciação e análise de projetos de investimentos de longo prazo, mormente os de setores de infra-estrutura e logística, temos a informar que as atividades econômicas relacionadas aos mesmos apresentam, no seu conjunto, resultados com indicadores de rentabilidade estreitos ou de pequeno patamar (o que chamamos de TIR - nunca acima de 12%) e que o seu tempo de recuperação do capital financeiro investido (o que chamamos de payback discounted) fica estacionado sempre num intervalo entre 12 a 15 anos, a depender do projeto específico e o horizonte de vida útil do mesmo.

O processo de avaliação deste tipo de empreendimentos vai requerer do analista alguns procedimentos de prudência, sobretudo quando as concorrências de concessões de exploração de bens e serviços públicos ocorrem sob condições prévias dos Agentes Reguladores do Estado brasileiro. Apenas para citar um exemplo, estabeleceu-se que a rentabilidade máxima (TIR – full equity) admitida pelo Governo nas concessões das rodovias federais não poderia passar de 9%. Muito bem, isto estará certo e consistente se o banco de fomento – supridor dos recursos de financiamentos – deste mesmo Governo estabelecesse prazos e condições de financiamento compatíveis com esse estreito percentual de rentabilidade da atividade, vis-a-vis o payback discounted do negócio. Não se concebe, por exemplo, que estando o negócio das estradas federais com um payback fixado num intervalo de 13 a 15 anos, o agente financiador deste mesmo Governo só conceda financiamentos aos concessionários um prazo máximo total (implantação, carência e amortização) de 9 anos. São coisas que a matemática, o bom senso, previamente, já consideram inconsistentes – não vai dar certo.

Assim, o analista financeiro deve preservar-se das decisões políticas governamentais que, a despeito de considerarmo-nas boas, nem sempre vêm resguardadas de todos os elementos de prudência bancária que nos é costumeira e natural. Ou seja, falando sem delongas: o analista deve resguardar-se de diagnósticos açodados, sem que antes elabore as duas versões de avaliação financeira, a saber: a primeira, full equity (ou inteiramente com recursos próprios), determinando a efetiva taxa de rentabilidade e o payback descontado do empreendimento licitado; e, a segunda (com recursos totais) para aferir com base em critérios eminentemente técnicos se o empreendimento analisado propicia capacidade de pagamento ao negócio. Isto, vis-a-vis as normas operacionais, custos e prazos totais das linhas de financiamento governamental disponibilizada para suportar o projeto de investimento de longo prazo. Uma e outra versão são diferentes entre si, sobretudo se o órgão responsável pela licitação não atentar para o prazo de payback discounted. Este é um processo de aprendizado para todos os técnicos que se envolverão neste seguimento de análise de projetos (longo prazo) que reúne características novas para todos os profissionais envolvidos.

É, neste contexto, que a ferramenta Projefin de LP, apropriada para a análise de atividades econômicas de longo prazo vai interagir como o elemento balizador das decisões posteriores complementares, e mesmo corretivas, a serem adotadas ao longo do processo de análise.

O ProjeFin de LP, desde o seu início, foi concebido por seus desenvolvedores de maneira a permitir que, com o simples preenchimento correto dos campos da planilha referentes a sua Entrada de Dados (amigável e didática), um usuário comum (preferencialmente Contador) – como também, outros profissionais da área de engenharia econômica desde que possuindo conhecimentos básicos de Contabilidade Geral, Custos, Análise e Avaliação Financeira de Projetos Econômicos de Investimento – realize, com esta ferramenta, os mais variados procedimentos de análise financeira prospectiva de projetos econômicos de investimento de LP, com os objetivos mais diversificados possíveis, podendo inclusive promover análises de sensibilidade (dada a característica peculiar desta ferramenta que contém em seu bojo um banco de dados com grande capacidade de armazenamento).

Não temos nenhuma dúvida de que a ferramenta de trabalho aqui apresentada vem ao encontro do momento louvável de expansão e recuperação dos itens de infra-estrutura e logística nacional. Servindo de uma só vez tanto aos técnicos analistas das Agências Reguladoras do País quanto para os técnicos de bancos financiadores que estejam desprovidos de tal instrumento de análise

Mais uma vez, penhoramos nossa gratidão à contribuição ímpar do nosso colaborador em análise de sistemas, o engenheiro de telecomunicações e de softwares Rodrigo Corrêa dos Santos Costa, responsável pela elaboração dos subsistemas automatizados de impressão, telas de navegação de relatórios de saída e de entrada de dados, armazenamento e recuperação de dados dos diversos cenários a serem simulados pelo analista, automação e programação do Gerenciador de Cadastros com capacidade de armazenar até 256 empresas, em um único arquivo, elaborado em Visual Basic - VBA. Estes elementos emprestaram ao Projefin de Longo Prazo atributos e propriedades de Banco de Dados, com o padrão de qualidade e eficácia já atestados pelos usuários que fazem uso de nossos Sistemas. Desta vez, o analista Rodrigo teve de encontrar alternativas, em VBA, para a automatização de um sistema de impressão móvel, especial, dos relatórios de 36 colunas presentes no sistema que, a depender da necessidade do usuário, pode gerar impressões da 1ª a 12ª colunas, da 13ª a 24ª colunas e, finalmente, da 25ª a 36ª coluna. Sendo que estas impressões de relatórios podem se dar individual e/ ou simultaneamente.

Um indispensável e especial agradecimento desta vez vai para o nosso filho, Fernando Eugenio Furtado de Araújo, estudante de Ciências Contábeis, de que estamos orgulhosos e gratos, por o mesmo ter disponibilizado a sua juventude e desenvoltura com os recursos atuais da microinformática, baixando dados técnicos e financeiros dos projetos oriundos das licitações já ocorridas (com vistas à formação do portfólio do sistema) nos sites oficiais da ANTT e ANEEL, objetivando a execução dos testes de consistência matemática e de natureza contábil, econômica e financeira (test-drive). O desenvolvimento deste nosso atual e último aplicativo de análise financeira de projetos de longo prazo completa oportunamente o ciclo de nossa contribuição espontânea à categoria de Analistas de Projetos Econômicos de Investimento a que pertenci.

Novamente, agradecemos a nossa irmã Paula Francineti de Araújo, profª do CEFET-MA, mestranda em Lingüística, que promoveu a revisão e adaptação geral dos textos dos Manuais do Sistema Projefin que, doravante, servirão simultaneamente de suporte e aprendizado de uso dos dois Sistemas Prospectivos, a saber: ProjeFin Normal e o de ProjeFin de Longo Prazo.

José Eugenio de Araujo – contador e analista financeiro – BNDES/ aposentado
Luís Alfredo Café – analista de sistemas e contador – BNDES

Download da apresentação do Programa Projefin de Longo Prazo

ATENÇÃO! Configure o seu Excel XP e/ou 2003 conforme instruções a seguir: após fazer os downloads dos aplicativos, carregue o Excel - sem que nenhum arquivo esteja carregado na memória RAM, vá até a opção Ferramentas, depois marque as opções Macros e Segurança. Em seguida clique no botão Nível de Segurança, marque o Médio, e clique OK. Dúvidas contatar o autor.


Desenvolvimento: 3IP